TERRA FIRME
 

Depoimentos

Vejam abaixo depoimentos de nossos pais, amigos, alunos e ex-alunos da escola.

Ana Lúcia Vasquez
Mãe Antônio Vasquez

Decidi escrever este depoimento após a visita do Jardim I na minha casa, não apenas para elogiar o trabalho das professoras Miguela e Erli, mas também para comentar a minha satisfação com a proposta pedagógica da Escola. Acho que a gente deve se manifestar não só para exclamar e exigir nossos direitos, mas também para reconhecer e elogiar um trabalho bem feito. Sempre confiei na escola Terra Firme, se não confiasse, não teria matriculado ali o meu único filho, Antônio. E sempre que posso, faço comentários elogiando a atuação da equipe e os projetos da Escola, porque em geral, são mesmo diferentes do que se vê por aí, e merecem elogios mesmo.
Mas desta vez, vocês se superaram! Fiquei impressionada com o controle que as professoras tem sobre as crianças, sem para isso precisar elevar o tom de voz, ou fazer uma ameaça, ou ser mais energética. As professoras brincam e conversam carinhosamente com as crianças todo o tempo, mas ainda assim conseguem mantê-las participando das atividades, sem tumulto, sem dispersão... Fui aluna de uma escola bastante tradicional desta cidade, onde também éramos mantidos na mais absoluta ordem, mas de forma muito diferente! A ordem e a disciplina eram mantidas à custa de um silêncio que só nos intimidava e constrangia, sem a menor possibilidade de reinarem a alegria e a descontração.
Por isso fiquei encantada. Gostei de ver que o meu filho é estimulado a participar a conversar e compartilhar com os amigos, mas também aprende a respeitar e manter a ordem. Acabou a brincadeira? Hora de juntar os brinquedos. Era isto mesmo que eu esperava de uma Escola quando o matriculei na Terra. Esperava que ele aprendesse a sorrir e a brincar, mas também a respeitar, a ter possibilidade, a cooperar, a ser solidário, etc. Para finalizar, gostaria de comentar uma fala do Antônio que tem se repetido ultimamente, que eu sei que faz parte da proposta da Escola, e que eu queria dizer que acho muito interessante: “eu faço do meu jeito... você faz do seu jeito...”.
Perceber que cada um tem o seu ritmo, a sua hora de aprender ou de fazer alguma coisa, é perceber que somos diferentes... Acho essa percepção fundamental para a sobrevivência no nosso mundo. Que bom que o meu filho está percebendo isso. Que nós não somos nem devemos ser todos iguais, porque é justamente na diferença que reside a riqueza das relações entre as pessoas. É quando o outro é diferente de mim, que ele me ensina mais coisas... (e além do mais, se fôssemos todos iguais seria muito, muito monótono...) 

Um grande abraço

Ana Lúcia Vasquez
Mãe Antônio Vasquez


Ana Rosa Tezza
Mãe da aluna Helena Tezza

A Lele é minha filha de seis anos. Ela sempre foi desde muito pequena uma criança que preferia estar só. Não gostava de se ver em situações de exposição, nem provocada por ela e nem pelos outros. Tímida, muito observadora, sabia tudo que estava em volta, mas quase sempre se abstinha de se envolver com elas, de dar opinião ou de contracenar. Estava sempre brincando num mundo maravilhoso, se fantasiava de princesa, rainha, fada, remodelava todo o quarto, invertia os móveis, criava espaço só dela, espaços com um enorme grau de elaboração, e se metia ali para viver sozinha suas mil aventuras. Tudo isso seria maravilhoso, se junto com essa enorme capacidade de abstração e concentração, ela não guardasse várias alergias, bronquite, uma dor inexplicável nas pernas, que todos os médicos diziam que não era nada. Eu sempre soube que essa dor da Lele estava relacionada com a sua incapacidade de se expressar, de se relacionar, de ficar a frente de uma disputa por algo que desejasse, ponto que não queria se expor. Este quadro me fez buscar uma escola que não imprimisse na Lele mais rigidez, mais auto-exigência e mais necessidade de acertar, mais medo de errar na frente dos outros. Quis uma escola que fizesse minha filha perceber que se expor às vezes é difícil, mas é só assim que crescemos, e que pode ser divertido rir de si mesmo. Vi a proposta pedagógica da Terra Firme e achei adequada para a situação. A Psicomotricidade Relacional fazia parte das atividades curriculares da Escola e isso me encantou. Estamos no final do ano e as mudanças no comportamento da Lele são visíveis, ela não perdeu nenhuma das suas principais características, gosta de estar só, gosta de fantasiar e construir espaços novos, mas agora ela consegue expressar com clareza suas dificuldades, seus medos, e quando está só é por opção e não pela incapacidade de relacionar-se com o grupo. Quando está em grupo, já não se sente obrigada a se submeter às regras alheias, mas propõe novas brincadeiras e reage a situações que não lhe agradam. Outra mudança é que ela cada vez mais fala sobre o que sente, a falta da avó que lhe dá tristeza, o medo quando eu viajo a trabalho, a alegria porque vai para a fazenda de férias, e fala muito mais sobre as coisas que ela prefere. As dores nas pernas, a bronquite e as alergias diminuíram significativamente. Todas as pessoas que se relacionam há mais tempo com a Lele percebem que ela está mais solta e mais contente. O trabalho corporal e lúdico que a Psicomotricidade propõe tem sido sem dúvida de grande importância no amadurecimento e nas descobertas que a Lele tem vivenciado nos últimos anos. É de bom grado e sabendo da importância que o trabalho corporal pode ter na completude de uma relação do ser com o mundo interno e externo, que presto este depoimento.

Ana Rosa Tezza
Mãe da aluna Helena Tezza


Thalita
Liz, 
Adoro o seu ânimo, suas risadas e piadas.
Quando era sua aluna, você parecia fazer os alunos gostarem da sua aula, fazia também eles se incentivarem pela matéria e avançarem nos estudos.
Com muito amor, tem ensinado muitas crianças, inclusive eu, a Sarah e o Thiago. E é a essa disposição que tenho a agradecer. Sei que é difícil ser professora e que e este ano foi difícil, mas pense no futuro e em quantas pessoas ficarão gratas e um dia se lembrarão de você.
Tenho muito o que escrever. Tenho muito o que ler. Tenho muito a somar e mais.
E é com todo o carinho que digo que você brotou uma flor, uma luz, uma trilha e uma inspiração em mim para que eu saiba escolher e trilhar meu caminho.
Há portas a serem abertas em todo lugar, e a chave é o amor. Essa chave tem que ser tirada do fundo do coração, mas você, você a carrega sempre na mão disposta a dar a todos.
Liz, te amo, nunca vou me esquecer de ti, de tudo que eu aprendi com você. 
Muitos beijos, abraços e tudo mais.

Thalita


Cláudia

Mãe de Bruno e Thiago

Sandra,
Como estou feliz com a escolha que fiz, estou muito satisfeita com a escola e com os profissionais que você tem.
Gosto da filosofia da escola e da metodologia de ensino. Sei o que representa na vida dos meus filhos a mudança que fiz quando os trouxe para a Terra Firme.
Como mãe me sinto muitas vezes limitada. Como é difícil a tarefa de ser mãe. Não é sempre que a vida permite que estejamos cem por cento disponíveis para a maternidade. Dúvidas, acertos e erros; é assim que percebo o papel de ser mãe.
Estou certa de uma coisa, quando deixo meus filhos aqui fico totalmente tranqüila, confio plenamente no trabalho de vocês. Sei que não sou perfeita e que erro muitas vezes; não idealizo sua escola, também sei que não são perfeitas, mas sei que posso contar com vocês para compartilhar minhas dúvidas, ter retorno dos meus acertos e que me ajudarão a trabalhar os meus erros. O que me conforta é saber que queremos as mesmas coisas; criar seres pensantes e muito humanos que respeitem a si mesmos e aos outros. Obrigada por tudo.
Feliz Natal e um ótimo Ano Novo.

Cláudia
Mãe de Bruno e Thiago


Cezar Vedolin e Kareen Lemoine Vedolin
Pais do aluno Pedro Henrique Lemoine Vedolin

Percebemos que desde o momento em que nosso filho passou a freqüentar esta escola, houve uma mudança significativa em relação ao seu envolvimento com a aprendizagem demonstrando interesse e desejo em aprender. Consideramos a Escola Terra Firme como uma instituição que prioriza a formação do ser humano em todos os aspectos, valorizando a diversidade, introduzindo o prazer de aprender nesta ação por meio de desafios, vivências, experiências, descobertas, interesse pela pesquisa e ciência, ampliando seus conhecimentos, desenvolvendo habilidades e competências partindo da sua história de vida. E o que também é importante, fazendo seus alunos "compreenderem que são administradores da Terra, dependentes uns dos outros e protetores do Planeta, com o compromisso de ajudar a organizá-lo de modo que possam intervir, preservar e transformar esse espaço que é nosso".
Para termos uma convivência tranqüila e garantirmos a nossa sustentabilidade é preciso despertar esta consciência desde pequenos, só assim poderemos dizer que:

"Firme é o nosso chão, porque Terra Firme é a nossa escola!” 

Cezar Vedolin e Kareen Lemoine Vedolin
Pais do aluno Pedro Henrique Lemoine Vedolin


Vivianne Zeni Beltrão
Mãe do aluno Bruno Beltrão Cruz

Ao ver a alegria do Bruno quando chega a hora de ir para a escola, tenho certeza que acertei em depositar na Terra Firme toda a minha confiança em relação ao que tenho de mais precioso, o meu filho.

Vivianne Zeni Beltrão
Mãe do aluno Bruno Beltrão Cruz


Lenise Rosseto da Silva
Mãe do aluno Enos Rosseto Crispim da Silva

"A Escola Terra Firme é Firme e ponto. Firme no brincar, no ensinar, no aprender, no sonhar..."

Lenise Rosseto da Silva
Mãe do aluno Enos Rosseto Crispim da Silva


Professor Marcos Arruda

Pai da aluna Stephanie 

Os princípios educacionais da Escola Terra Firme associados à Psicomotricidade Relacional do método "Lapierre", proporcionam aprendizado realista e integração social de alto nível psicopedagógico.

Professor Marcos Arruda
Pai da aluna Stephanie


Helena Ângela Neves

Mãe da aluna Luana Melim Neves

Para mim a Escola Terra Firme se resume em tornar seus alunos em pessoas cidadãs, oportunizando a autonomia, propiciando a liberdade com responsabilidade e estimulando a solidariedade e valorizando a iniciativa e a criatividade de cada um, pois só assim a criança aprende a respeitar as diferenças.

Helena Ângela Neves
Mãe da aluna Luana Melim Neves


Rita Margaret Lemos do Prado
Mãe da aluna Marina Lemos do Prado Sampaio

Como toda mãe tinha uma preocupação constante como o aprendizado de minha filha, considerando principalmente tratar-se de filha única. Hoje, apesar dos poucos meses que Mariana está na Terra Firme, sinto-me tranqüila e despreocupada, porque percebo que está sendo muito bem orientada, e está imensamente feliz.
O importante para nossos filhos é que eles andem em Terra Firme.

Rita Margaret Lemos do Prado
Mãe da aluna Marina Lemos do Prado Sampaio


Maristela Schimitka Rodrigues de Lima 
Mãe do aluno João Pedro Schimitka Rodrigues de Lima

A coisa mais importante que aprendi nestes oito anos de Terra Firme é que quem divide os melhores momentos da vida de um filho com a família, é considerado parte dela... parabéns a toda essa família ma-ra-vi-lho-sa...
Desejo do fundo da minha alma que esta escola continue sendo exatamente como é. E se continuar assim, não tenho mais nada a desejar...
Beijão pra todos.

Maristela Schimitka Rodrigues de Lima 
Mãe do aluno João Pedro Schimitka Rodrigues de Lima


Beatriz Luna

Olá eu sou a Beatriz, gosto muito da Marta e da sua sinceridade, do professor Sidinei, da Sinuhê e Ana Rosa e dos outros professores deles não posso reclamar. É como se a escola fosse um bolo de conhecimento e cada pedaço fosse o conteúdo de cada matéria, que para aprender precisamos comer o pedaço. A Sandra é a melhor parte, o suspiro doce e alegre como o sol. A Beatriz é o brigadeiro sorridente.

Beatriz Luna

Renan Munhoz – Ex aluno da Terra Firme

Pois é... É realmente pra gente ter saudade de tudo que tem na Terra Firme... saudades dos nossos professores...Saudade da Sandra, da Andreia, da Rose, do Ra, da Paula, da Jose, do Miguel, da Miguela... Dos funcionários... E com certeza dos grandes amigos que a gente faz por lá... Uma verdadeira família fora de casa... Onde a gente aprendia muita coisa, dava muita risada e se divertia muito, e fazia tudo isso se respeitando e não discriminando ninguém... Uma coisa muito importante que se aprende lá: Não se deve discriminar ninguém, todos nós somos especiais ao nosso jeito... Muitas saudades...

Renan Munhoz – Ex aluno da Terra Firme